~Aviso: este é um post muito trash.
Depois não diga que eu não avisei...
É domingo à noite, fez um dia lindo e quente apesar de ser inverno e tudo o que eu queria fazer era nada, mas tem a maldita prova de física semana que vem - aquela em que eu preciso tirar 10,3. E, se não bastasse ter que encarar essas coisas que cismam em ser e não ser ao mesmo tempo, ainda preciso engolir as tentativas poéticas do autor do livro. E elas estão cada vez piores, se é que isso é possível. A mais recente que li:
" Até agora, em nossa exploração do parque de diversões quântico, falamos de elétrons aprisionados em vários tipos de poços de potencial, entre eles o próprio átomo..."
(Halliday, Resnick & Walker; "Fundamentos de Física", volume 4, sétima edição)
Ou seja: Além de achar que física quântica é um parque de diversões (eu particularmente prefiro o hopi hari, sei lá...), o cara ainda tem requintes de crueldade, achando divertido aprisionar elétrons...
E estudantes de graduação, claro. Eu realmente sei como o elétron se sente, aprisionado num poço unidimensional infinito sem energia para pular para o primeiro estado excitado.
Pqp.
PS: Se você chegou até aqui - a página da desciclopédia sobre mecânica quântica é muito boa.
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