Mais importante que o palhaço e os balões; que os chapeuzinho e os brindes; que os pais e o próprio aniversariante - é A MESA. Uma instituição.
É a primeira coisa que todos olham ao chegarem. Colorida e bela, com um bolo gigante e temático. E os docinhos. Ah, os docinhos! Uvinhas mais verdes que os mais cálidos campos verdejantes; beijinhos brancos como a neve; casadinhos doces e agarrados como festival de comédia romântica e brigadeiros... Oh, brigadeiros! São meus favoritos e ao meu ver os reis de qualquer festa. Os outros doces são belos adornos. Distração para a concorrência.
Antes dos parabéns, a mesa é uma donzela virgem intocada. Mal sabe ela, entretanto, que todos os passantes espiam-na, desejosos. Cada um, das menores crianças aos mais sérios adultos, bola seu estrategema. Pois, quando as luzes se apagam, logo depois do ra-tim-bum e do nome do rebento - ou do futuro noivo dedurado no com quem será; talvez - é a hora do saque.
Há, é claro, a regra não escrita de que as crianças são as privilegiadas. Mas é claro que isso não é verdade. Pobres mães e pais; há que haver uma recompensa por se escutar Xuxa só para baixinhos volume 23453.
É essa recompensa é aquela almejada queijadinha, que está a esquerda da Barbie, entre os pirulitos e as jujubas.
Não a regras na guerra. Ganha quem tem braço mais comprido, ou quem é melhor em puxões de cabelo.
Claro que sempre há o tio ou tia que olha feio. Puro disfarce. Sempre acho que, debaixo daquela carranca, há uma mão cheia de uvinhas. E não se deixe seduzir por aquela criança de olhos grandes! Atrás dela, eu lhe garanto, há um pai com a pior das intenções...
Em cinco minutos tudo o que resta é um campo destruído. E então volta a haver civilidade na festinha.
Hora do mágico?
É a primeira coisa que todos olham ao chegarem. Colorida e bela, com um bolo gigante e temático. E os docinhos. Ah, os docinhos! Uvinhas mais verdes que os mais cálidos campos verdejantes; beijinhos brancos como a neve; casadinhos doces e agarrados como festival de comédia romântica e brigadeiros... Oh, brigadeiros! São meus favoritos e ao meu ver os reis de qualquer festa. Os outros doces são belos adornos. Distração para a concorrência.
Antes dos parabéns, a mesa é uma donzela virgem intocada. Mal sabe ela, entretanto, que todos os passantes espiam-na, desejosos. Cada um, das menores crianças aos mais sérios adultos, bola seu estrategema. Pois, quando as luzes se apagam, logo depois do ra-tim-bum e do nome do rebento - ou do futuro noivo dedurado no com quem será; talvez - é a hora do saque.
Há, é claro, a regra não escrita de que as crianças são as privilegiadas. Mas é claro que isso não é verdade. Pobres mães e pais; há que haver uma recompensa por se escutar Xuxa só para baixinhos volume 23453.
É essa recompensa é aquela almejada queijadinha, que está a esquerda da Barbie, entre os pirulitos e as jujubas.
Não a regras na guerra. Ganha quem tem braço mais comprido, ou quem é melhor em puxões de cabelo.
Claro que sempre há o tio ou tia que olha feio. Puro disfarce. Sempre acho que, debaixo daquela carranca, há uma mão cheia de uvinhas. E não se deixe seduzir por aquela criança de olhos grandes! Atrás dela, eu lhe garanto, há um pai com a pior das intenções...
Em cinco minutos tudo o que resta é um campo destruído. E então volta a haver civilidade na festinha.
Hora do mágico?
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