A história é verídica, mas leiam como metáfora.
Uma amiga minha tinha um rato. Não desses de bueiro, mas um branquinho de laboratório. O rato tinha nome de protagonista de filme e duas rações próprias; e vivia solto pela casa, mas tinha escolhido como moradia a parte debaixo da geladeira.
O rato entrou na vida da minha amiga na faculdade. Ele era cobaia de um experimento, e depois de ser condicionado por pequenos choques, foi adotado. Os professores insistiam:
- Se ficarem aqui, os ratinhos vão virar comida de cobra. Levem eles para casa; um rato vive em torno de cinco anos...
Assim nasceu a afeição pelo bicho. Minha amiga sabia como ele gostava ou não de ser acariciado e qual sua ração favorita.
Mas esta é uma história de final infeliz, porque em cerca de um ano o rato adoeceu e ficou fraco, cada vez mais. Morreu na mão da minha amiga, quando ela lhe dava um banho; provocando enorme tristeza e chororô. Passado o fato, ela disse:
- Eu fiquei muito p... com a universidade. Descobri que ratos de laboratório, por serem selecionados para serem iguais, acabam vivendo no máximo 2 anos... Por que não disseram isso para a gente? Se não ficassem dizendo que o bichinho ia ser sacrificado, a gente nem ia pensar nisso, ia ser só mais um material de aula. Mas insistiram para a gente levar, e depois de um ano eu fico triste assim.
E você, se soubesse do desenrolar dos atos, adotaria o rato?
Uma amiga minha tinha um rato. Não desses de bueiro, mas um branquinho de laboratório. O rato tinha nome de protagonista de filme e duas rações próprias; e vivia solto pela casa, mas tinha escolhido como moradia a parte debaixo da geladeira.
O rato entrou na vida da minha amiga na faculdade. Ele era cobaia de um experimento, e depois de ser condicionado por pequenos choques, foi adotado. Os professores insistiam:
- Se ficarem aqui, os ratinhos vão virar comida de cobra. Levem eles para casa; um rato vive em torno de cinco anos...
Assim nasceu a afeição pelo bicho. Minha amiga sabia como ele gostava ou não de ser acariciado e qual sua ração favorita.
Mas esta é uma história de final infeliz, porque em cerca de um ano o rato adoeceu e ficou fraco, cada vez mais. Morreu na mão da minha amiga, quando ela lhe dava um banho; provocando enorme tristeza e chororô. Passado o fato, ela disse:
- Eu fiquei muito p... com a universidade. Descobri que ratos de laboratório, por serem selecionados para serem iguais, acabam vivendo no máximo 2 anos... Por que não disseram isso para a gente? Se não ficassem dizendo que o bichinho ia ser sacrificado, a gente nem ia pensar nisso, ia ser só mais um material de aula. Mas insistiram para a gente levar, e depois de um ano eu fico triste assim.
E você, se soubesse do desenrolar dos atos, adotaria o rato?
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