Depois de ajudar minha amiga na mudança, fomos dar um rolê na paulista, fazendo hora antes da sessão de "Que horas ela volta" (que é um filme tão maravilhoso e tapa na cara que eu nem sei se dou conta de escrever post a respeito). Na frente do Masp, no outro lado da rua, estava tendo uma daquelas intervenções artísticas maravilhosas que pra mim são a cara de SP - um clown e giz, todo mundo deixando suas frases nas calçadas. Fotografei minhas favoritas. As duas últimas são nossas - a penúltima porque minha amiga mudou bem pro ponto mais baixo de um vale, e subindo a ladeira nos demos conta que tudo é metafórico; a última é fruto das habituais conversas sobre a vida. Eu adorei os pés no chão de cabeça pra baixo.
PS: no dia seguinte, enquanto eu ia para o metrô pegar minha carona de volta para Campinas, um moço que vendia petecas atirou uma na minha direção. Bati de volta. Ele bateu para minha amiga, que disse que não sabia fazer isso.
- Nunca diga que não sabe! - Ele falou, bem decidido. E começou a falar sobre a importância da auto-confiança, e de respirar com calma, e dar lições de peteca e respiração e vida.
Gente, tem muito amor em SP! s2











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