quarta-feira, 9 de março de 2011

Carnavalesco

No refeitório havia máscaras, e uma comida estranha que se dizia típica de mardi gras - a terça-feira gorda que alguns estados comemoram. Ganhei um colar bem vagabundo de contas brilhantes. De resto, as aulas de sempre. Aqui ninguém sabe que é carnaval.
E do outro lado do salão onde fica o refeitório, em um evento de diversidade da universidade, monges budistas faziam uma mandala de areia. Um negócio muito impressionante mesmo; o mesmo rec rec irritante durante horas por dias, arranhando o que eles usam de caneta. A mandala é enorme, linda e colorida e significa muitas coisas bonitas; e pouco depois de pronta é destruída para lembrar que tudo é passageiro.
O que isso tem a ver com o início do post? Nada.
Ou talvez...

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