Eu não vou citar autores nem políticos. Não vou discutir biologia. Muito menos entrar no mérito da religião. Não vou dar estatísticas, nem falar de políticas públicas no mundo, nem em saúde, nem nada assim.
Eu só vou falar de gente. Gente que existe já, não gente que poderia existir.
Eu sou absolutamente pró-vida. Pró-vida de uma menina de 14 anos que ainda nem começou o ensino médio, de uma universitária que gosta de festa, de um casal sem grana que acha que não é hora ainda.
Porque mesmo não falando em casos de estupro, risco à saúde da mulher, natimortos, na quantidade de mulheres morrendo por abortos em condições precárias, eu ainda encontro motivos para se poder escolher. Assassinato é desestruturar assim a vida de alguém. Alguéns.
Claro que o bebê inesperado pode nascer e em tudo das-se um jeito e todo mundo ser feliz para sempre. Por isso se diz escolher. Para poder ponderar hora das coisas na vida.
Eu só vou falar de gente. Gente que existe já, não gente que poderia existir.
Eu sou absolutamente pró-vida. Pró-vida de uma menina de 14 anos que ainda nem começou o ensino médio, de uma universitária que gosta de festa, de um casal sem grana que acha que não é hora ainda.
Porque mesmo não falando em casos de estupro, risco à saúde da mulher, natimortos, na quantidade de mulheres morrendo por abortos em condições precárias, eu ainda encontro motivos para se poder escolher. Assassinato é desestruturar assim a vida de alguém. Alguéns.
Claro que o bebê inesperado pode nascer e em tudo das-se um jeito e todo mundo ser feliz para sempre. Por isso se diz escolher. Para poder ponderar hora das coisas na vida.
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