Já fazia algum tempo que eu não terminava de ler um romance, e tinha esquecido da saudade antecipada que as últimas páginas dão – nas últimas duas ou três semanas, as “meninas inseparáveis” do título fizeram-me companhia. Sinto-me só agora que fechei o livro.
A maior virtude da história é fugir do clichê e do melodrama. Oportunidades para tal surgem em diversas páginas, entretanto em nenhuma tal caminho é seguido. Para mim, isto é algo impressionante. A organização dos capítulos é interessante por não ter cronologia. Os personagens e situações são críveis (com exceção do capítulo sobre a Eslováquia) e cativantes. É um livro que dá vontade de ler e ler e continuar lendo. Envolvente, agradável, bem contado.
Defeitos? Uma ou outra imagem cansativa, a escrita igual das gêmeas. O título de mau gosto. Bobagens que não prejudicam, enfim.
Não tive vontade de ser uma gêmea siamesa, como disse Judy Clain, colunista do The Wall Street Journal (acho engraçado escrever “do The”, mas tudo bem), em uma daquelas terríveis citações de contracapa. Esse comentário merece gargalhadas, por sinal. Tive, isso sim, um grande carinho pelas personagens e uma vontade irresistível de recomendar a quem gosta de palavras, histórias e pessoas. É o que estou fazendo agora.
A maior virtude da história é fugir do clichê e do melodrama. Oportunidades para tal surgem em diversas páginas, entretanto em nenhuma tal caminho é seguido. Para mim, isto é algo impressionante. A organização dos capítulos é interessante por não ter cronologia. Os personagens e situações são críveis (com exceção do capítulo sobre a Eslováquia) e cativantes. É um livro que dá vontade de ler e ler e continuar lendo. Envolvente, agradável, bem contado.
Defeitos? Uma ou outra imagem cansativa, a escrita igual das gêmeas. O título de mau gosto. Bobagens que não prejudicam, enfim.
Não tive vontade de ser uma gêmea siamesa, como disse Judy Clain, colunista do The Wall Street Journal (acho engraçado escrever “do The”, mas tudo bem), em uma daquelas terríveis citações de contracapa. Esse comentário merece gargalhadas, por sinal. Tive, isso sim, um grande carinho pelas personagens e uma vontade irresistível de recomendar a quem gosta de palavras, histórias e pessoas. É o que estou fazendo agora.
Um comentário:
tenho lido livros estranhos... do tipo que o meu pai me recomendaria!.... suadade de ler livros bonitinhos assim *-*
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