Posso estar enganada, mas acho que a maioria das pessoas não trata mal as pessoas próximas, que conhece, com que convive. Quando uma pessoa é próxima, a gente tenta ajudar, estende a mão, quebra galho, conta até dez antes de brigar e/ou pede desculpa se faz algo que (percebe que) desagrada. As pessoas com quem a gente convive tem defeitos, mas no geral são sempre boa gente.
O problema do mundo são os outros, os distantes. Essas são as pessoas que estão erradas, que dão jeitinho pra tudo, que furam fila, que fazem barulhos em horários inadequados, que fumam na nossa cara, que não dão lugar no ônibus pra velhinho, que cortam a gente no trânsito e ainda buzinam. Os outros são terríveis.
Não são?
Pausa.
O problema do mundo é que falta empatia e diálogo. É uma ideia religiosa até (mas não somente). Do "amar ao próximo" cristão ao "Imagine" do John Lennon.
Como seria se todo mundo fosse próximo? Se todo mundo se estendesse a mão? Se todo mundo contasse até dez e pedisse desculpas?
Natal chegando. Ao som de "You may say I'm a dreamer, but I'm not the only one..."
O problema do mundo são os outros, os distantes. Essas são as pessoas que estão erradas, que dão jeitinho pra tudo, que furam fila, que fazem barulhos em horários inadequados, que fumam na nossa cara, que não dão lugar no ônibus pra velhinho, que cortam a gente no trânsito e ainda buzinam. Os outros são terríveis.
Não são?
Pausa.
O problema do mundo é que falta empatia e diálogo. É uma ideia religiosa até (mas não somente). Do "amar ao próximo" cristão ao "Imagine" do John Lennon.
Como seria se todo mundo fosse próximo? Se todo mundo se estendesse a mão? Se todo mundo contasse até dez e pedisse desculpas?
Natal chegando. Ao som de "You may say I'm a dreamer, but I'm not the only one..."
Um comentário:
Seus posts são lindos, Ma! Ler seu blog sempre me faz sorrir
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