Quando eu vim dirigindo de São Paulo para Campinas e exclamei, abismada, o quanto os motoristas daqui são educados e sempre te dão passagem quando se pede, coisa que os de Belém não fazem quase nunca, minha mãe bronqueou logo:
- Não vai ser uma dessas paraenses que vem pra São Paulo, se deslumbram e ficam falando mal de Belém!
Certo, eu definitivamente não quero ser uma dessas. Mas diferenças estão aí para serem notadas, não?
- Não vai ser uma dessas paraenses que vem pra São Paulo, se deslumbram e ficam falando mal de Belém!
Certo, eu definitivamente não quero ser uma dessas. Mas diferenças estão aí para serem notadas, não?
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Hoje eu encontrei uma enorme diferença cultural na hora de um sorteio entre as bixetes. O veterano disse:
- Tirem dois ou um.
Eu entendi o que era, mas não deu pra não perguntar se era mesmo. Aqui eles tiram dois ou um, e não zerinho ou um!
- Tirem dois ou um.
Eu entendi o que era, mas não deu pra não perguntar se era mesmo. Aqui eles tiram dois ou um, e não zerinho ou um!
E como todo mundo achou estranho eu tirar zerinho ou um, uma menina de Goiania disse que lá eles tiram dos dois jeitos.
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E pra não dizer que aqui também não tem coisas muito toscas, conheci em Itu a pior garçonete do mundo:
- Tem sorvete de quê?
- Tem daqueles sabores que estão no balcão.
- Tá, mas quais são?
- Ah, vai lá ver. É que são muitos, não dá pra ficar decorando...
- Tem sorvete de quê?
- Tem daqueles sabores que estão no balcão.
- Tá, mas quais são?
- Ah, vai lá ver. É que são muitos, não dá pra ficar decorando...
2 comentários:
hahahaahaha
essa garçonete realmente não é nenhuma brastemp.
http://ficcaobreve.blogspot.com
montei esse blog pra fazer uns experimentos, da uma passada!
Também me senti estranho quando há uns 3 anos eu coloquei uma mão vazia numa decisão de "dois ou um" ....
e ainda acharam gay dizer "zee - rinnn - oouuuuu - UM!"
heuhsuaheusuaheu
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