Passei os últimos dias mastigando palavras desconhecidas; a digestão começa pela boca. O mundo tem um gosto muito novo, agridoce.
Um mundo onde objetos voam, porque não há gravidade. Não sei se é grave, mas não faz mesmo sentido. Não há cima nem baixo, mas há lados. Tantos lados! Tanta coisa, tanto gosto!
E o que eu tinha de certeza ganhou prefixo “in”. Talvez seja algo na moda, mas sempre fui uma antiquada.
A moça ruiva no espelho é uma estranha. Tudo é estranho. Tão estranho que até acalma, porque não haveria como fazer o contrário. Está tudo igual, mas ao contrário.
E há frio na espinha de novo. E eu gosto.
Um mundo onde objetos voam, porque não há gravidade. Não sei se é grave, mas não faz mesmo sentido. Não há cima nem baixo, mas há lados. Tantos lados! Tanta coisa, tanto gosto!
E o que eu tinha de certeza ganhou prefixo “in”. Talvez seja algo na moda, mas sempre fui uma antiquada.
A moça ruiva no espelho é uma estranha. Tudo é estranho. Tão estranho que até acalma, porque não haveria como fazer o contrário. Está tudo igual, mas ao contrário.
E há frio na espinha de novo. E eu gosto.
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