É uma mania antiga: eu coleciono as historietas que as pessoas contam. Sabe aquelas conversas onde surge “um amigo meu uma vez...”?
Os melhores causos são os que flertam com o absurdo – aqueles em que se tem no mínimo uma séria desconfiança que seu interlocutor sofre de excesso de ingenuidade ou imaginação. Quanto mais incomum e inverídico, mais assustador ou divertido.
Guardo minha coleção de causos na minha memória empoeirada. Há lugar melhor? Lá eles podem ser seguidas vezes achados e perdidos, mixados, confundidos... Assim os causos dos outros viram meu causos, as histórias aumentam e mudam, e surgem em versões cada vez mais interessantes. Causos, afinal, são meramente inspirados no que é real.
Os melhores causos são os que flertam com o absurdo – aqueles em que se tem no mínimo uma séria desconfiança que seu interlocutor sofre de excesso de ingenuidade ou imaginação. Quanto mais incomum e inverídico, mais assustador ou divertido.
Guardo minha coleção de causos na minha memória empoeirada. Há lugar melhor? Lá eles podem ser seguidas vezes achados e perdidos, mixados, confundidos... Assim os causos dos outros viram meu causos, as histórias aumentam e mudam, e surgem em versões cada vez mais interessantes. Causos, afinal, são meramente inspirados no que é real.
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